Consigamos colocar os níveis de corrupção política e económica ao nível do aceitável e teremos um país com um nível de qualidade de vida razoável para todos. Talvez dentro da média do aceitável. Enquanto isso não acontecer nada de melhor se espere. Não vamos lá com as panaceias e receitas habituais. As tais que agora estão a aparecer de novo. É necessário olhar para o país real, deixando de olhar para o país digital. Não nos são necessários políticos que se limitam a repetir eternamente receitas de sempre - aumento de impostos, redução drástica das conquistas dos proletários - num país que mantém, por razões óbvias, elevados níveis de analfabetismo funcional e de "chico-espertismo", designação comum para o nefasto hábito daqueles que se "desenrascam" à custa dos problemas alheios ou dos outros. No salve-se quem puder, hábito muito comum entre "bichos", Portugal apenas se afunda.