
O acontecimento é contado pelo próprio. Basta lê-lo na primeira pessoa. A questão envolve não apena a questão ética ou moral de determinados indivíduos. A questão envolve o silencio da palavra escrita, ditadas de viva voz, desbragadas, pelo que leio, em local público. Compreendo o desnorte das comemorações da vacuidade. Entendo a intensidade da propaganda. Não entendo a tentativa de silenciar acontecimentos quando estes incluem o nome próprio de alguém. Ou, por outro lado, entendo demasiado bem. A partir daqui tudo, mas tudo, pode vir a ser possível.
Adenda:
A corja vomitatória -que não linko- entende o contrário. Bem me parecia que tudo se vai tornar possível.