Prosas vadias

Cem dias sem sentido


O acontecimento é contado pelo próprio. Basta lê-lo na primeira pessoa. A questão envolve não apena a questão ética ou moral de determinados indivíduos. A questão envolve o silencio da palavra escrita, ditadas de viva voz, desbragadas, pelo que leio, em local público. Compreendo o desnorte das comemorações da vacuidade. Entendo a intensidade da propaganda. Não entendo a tentativa de silenciar acontecimentos quando estes incluem o nome próprio de alguém. Ou, por outro lado, entendo demasiado bem. A partir daqui tudo, mas tudo, pode vir a ser possível.


Adenda:


A corja vomitatória -que não linko- entende o contrário. Bem me parecia que tudo se vai tornar possível.

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