
A Foto pode vê-la aqui.
A existência de um certo ruído de fundo nestas questões, à qual não me unem laços espirituais, ou de qualquer outra espécie, não deixam de me provocar no entanto uma circunspecta reflexão. A esta alio esta notícia que reputo de altamente importante para a conjuntura, tendo em conta a questão. O Budismo é o que é, os negócios de Estado são o que são. Li algures que anda uma senhora a querer varrer as lojas de bric-à-braque sino da baixa lisboeta. Este é apenas um "fait-divers". Meramente isso. Pensei inocentemente que a moda era ter "Chinatowns" em todas as grandes capitais europeias. Realmente Lisboa, a antiga capital do Império, nunca poderia ficar isenta. A necessidade de "chinar"(1) até que se compreende, face à realidade dessas outras cidades europeias. Xenofobia, anunciam uns. Penso, que não. Não será apenas reacção à pressão global a ser exercida por parte da nova potência? Seremos nós a concluir do "gueto" ou serão eles, com a sua milenar arte, a das sombras, a imporem-se, sem que disso demos conta? Da nossa parte ficamos plenamente esclarecidos.
(1) Chinar: no sentido de demarcar campos.
E a questão continua a ser abordada através das mais variadas perspectivas, pelo João Tunes, pelo
[
Error: Irreparable invalid markup ('<a http://outramargem-visor.blogspot.com/2007/09/x_12.html>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]
<a href="http://bp1.blogger.com/_RAkscsIJpiU/Rufy0pVKmHI/AAAAAAAAAVA/qWy2NRhVC8E/s1600-h/sombra07.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109319288536864882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_RAkscsIJpiU/Rufy0pVKmHI/AAAAAAAAAVA/qWy2NRhVC8E/s320/sombra07.jpg" border="0" /></a><br />A Foto <a href="http://www.felipex.com.br/sombras_chin1.htm">pode vê-la aqui.</a><br /><br />A existência de um certo ruído de fundo <a href="http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF183491">nestas questões,</a> à qual não me unem laços espirituais, ou de qualquer outra espécie, não deixam de me provocar no entanto uma circunspecta reflexão. A esta alio <a href="http://www.missaochina.gov.pt/noticias_noticia_48.asp">esta notícia</a> que reputo de altamente importante para a conjuntura, tendo em conta a questão. O Budismo é o que é, os negócios de Estado são o que são. Li algures que anda uma senhora <a href="http://jn.sapo.pt/2007/09/11/ultimas/SOS_racismo_critica_declara_e.html">a querer varrer as lojas de bric-à-braque sino da baixa lisboeta.</a> Este é apenas um "fait-divers". Meramente isso. Pensei inocentemente que a moda era ter "Chinatowns" em todas as grandes capitais europeias. Realmente Lisboa, a antiga capital do Império, nunca poderia ficar isenta. A necessidade de "<em>chinar</em>"(1) até que se compreende, face à realidade dessas outras cidades europeias. Xenofobia, anunciam uns. Penso, que não. Não será apenas reacção à pressão global a ser exercida por parte da nova potência? Seremos nós a concluir do "gueto" ou serão eles, com a sua milenar arte, a das sombras, a imporem-se, sem que disso demos conta? Da nossa parte ficamos plenamente esclarecidos.<br />(1) Chinar: no sentido de demarcar campos.<br /><br />E a questão continua a ser abordada através das mais variadas perspectivas, <a href="http://agualisa6.blogs.sapo.pt/370216.html">pelo João Tunes,</a> pelo <a href=""http://outramargem-visor.blogspot.com/2007/09/x_12.html>traço do cartoon de Fernando Campos,</a> que a <a href="http://outramargem-visor.blogspot.com/2007/09/oficialmente-dalai-lama-no-recebido-por.html">Outra Margem,</a> publica regularmente, a igualmente subtil alusão de <a href="http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/2007/09/tenacidade-chinesa.html"> Joana Lopes,</a> que obriga a uma maior reflexão sobre a milenar civilização chinesa, ajudando a enquadrar a questão para além dos limites tíbios das razões ditas políticas.