CALIGRAFIA- arte de bem escrever.
Célebres cadernos que fizeram de alguns de nós, em crianças, autênticos mártires. Pior só monge - copista. Mas, com a caligrafia que por aí se vê e não se consegue ler, não seria de apostar na sua reutilização? Eram pró menino e prá menina!
Afirma a propósito do manual escolar numa perspectiva de história cultural, referência que abusivamente transplantamos para outros materiais escolares utilizados durante o período do Estado Novo, como é o caso em apreço, Justino Magalhães, que "[...] para além de procurar fazer jus a estas deambulações, procuro também afirmar uma linha de investigação sobre o livro escolar, que reconheça a sua especificidade, mas que não deixe também de abrir-se a uma multifactorialidade e ao cruzamento de dimensões diacrónicas e sincrónicas. E isto, no quadro mais amplo de uma historiografia que integre o material, o cultural, o social, o escolar, o pedagógico, num complexo epistémico que contemple o triângulo básico da história cultural: o livro, o texto, a leitura." às quais acrescento a escrita.
