Prosas vadias

Gostei de ler

Allen Gomes



Citando André Malraux As Antimemórias (1967) num diálogo com um capelão:


"-Há quanto tempo confessa?


-Há uns quinze anos.


-Que lhe ensinou a confissão a respeito dos Homens?


-Sabe, a confissão não ensina nada. Porque quando se confessa somos outro, há a graça. E contudo...olhe, em primeiro lugar as pessoas são muito mais infelizes do que se imagina.


Ergueu os braços para o céu saturado de estrelas: 'E depois o que se fica a saber é que não há grandes pessoas.' "



in Máxima, Maio de 2008, p.134 .


 



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