Christo and Jeanne-Claude Wrapped Trees, Fondation Beyeler and Berower Park, Riehen, Switzerland 1997-98Photo: Wolfgang Volz, ©Christo 1998
Por desleixo pessoal só hoje me foi possível dar resposta ao amontoado de notas, conselhos, polémicas, pareceres e cartas recebidas nos últimos meses. Telefono-lhe hoje com mais calma.
Como está meu caro amigo electrónico? Depois de ler a vossa informação com a atenção que é devida a tudo o que o meu amigo emana, aliás como sempre. Mas deixe que lhe diga que aqui neste meu espaço, privado, NÃO SE FUMA. QUEM AQUI MANDA SOU EU E NÃO SE FUMA E ACABOU-SE! Peço desculpa por ter levantado a voz. As minhas desculpas, como sabe não é habito meu. É que não entendi tanta justificação, tanto melindre para criar tantas falsas ilusões. Assim como o aborto era uma prática clandestina e os senhores, que obrigam o meu caro amigo a trabalhar duramente, descobriram durante anos a fórmula para conseguir pôr toda a gente contra toda a gente. Desta vez e mais uma vez fizeram o mesmo. Quer um conselho meu amigo: diga ao nosso patrão para fechar a loja, que é como quem diz a TABAQUEIRA NACIONAL. O quê? Os trabalhadores? Bem, esses vão para a lista dos disponíveis a tempo inteiro. O quÊ? Isso não existe? Ora meu caro amigo eles não estão a tempo inteiro, mas é como se estivessem. Não hoje não me apetece falar sobre dez anos de previsões falhadas. Não, desculpe, mas o único conselho que, o traste deste cidadão, pode dar às altas esferas do poder é que estes deviam tentar procurar os serviços de uma bruxa. Porque de previsões assim estamos assim como que fartos. Sim, nós entendemos porque é que eles nunca acertam. Querer aumentar a produtividade com baixos salários é receita, é obra! É que nós não somos chineses, mas para lá caminhamos! Um governo comunista a explorar o povo trabalhador! Hum...onde é que já se viu! Um grupo de neo-liberais e democratas a enxovalhar ao longo de uma década a inteligência dos governados é precisamente a mesma coisa. É como mandar embrulhar árvores. Tenha então um bom dia e até à próxima e cumprimentos lá em casa. Não tem de quê! Serão entregues.
Como está meu caro amigo electrónico? Depois de ler a vossa informação com a atenção que é devida a tudo o que o meu amigo emana, aliás como sempre. Mas deixe que lhe diga que aqui neste meu espaço, privado, NÃO SE FUMA. QUEM AQUI MANDA SOU EU E NÃO SE FUMA E ACABOU-SE! Peço desculpa por ter levantado a voz. As minhas desculpas, como sabe não é habito meu. É que não entendi tanta justificação, tanto melindre para criar tantas falsas ilusões. Assim como o aborto era uma prática clandestina e os senhores, que obrigam o meu caro amigo a trabalhar duramente, descobriram durante anos a fórmula para conseguir pôr toda a gente contra toda a gente. Desta vez e mais uma vez fizeram o mesmo. Quer um conselho meu amigo: diga ao nosso patrão para fechar a loja, que é como quem diz a TABAQUEIRA NACIONAL. O quê? Os trabalhadores? Bem, esses vão para a lista dos disponíveis a tempo inteiro. O quÊ? Isso não existe? Ora meu caro amigo eles não estão a tempo inteiro, mas é como se estivessem. Não hoje não me apetece falar sobre dez anos de previsões falhadas. Não, desculpe, mas o único conselho que, o traste deste cidadão, pode dar às altas esferas do poder é que estes deviam tentar procurar os serviços de uma bruxa. Porque de previsões assim estamos assim como que fartos. Sim, nós entendemos porque é que eles nunca acertam. Querer aumentar a produtividade com baixos salários é receita, é obra! É que nós não somos chineses, mas para lá caminhamos! Um governo comunista a explorar o povo trabalhador! Hum...onde é que já se viu! Um grupo de neo-liberais e democratas a enxovalhar ao longo de uma década a inteligência dos governados é precisamente a mesma coisa. É como mandar embrulhar árvores. Tenha então um bom dia e até à próxima e cumprimentos lá em casa. Não tem de quê! Serão entregues.
É sempre a mesma conversa! Um dia destes deixo de telefonar! Ele que escreva! Bem convenhamos, o desgraçado deste meu amigo, farta-se de muita idiossincrasia que o mandam escrever.