Sobra a questão "Gcompris" concluo que brasileiro (escrita/língua) não é português(escrita/língua). A tradução, sim é necessária tradução, embora não pareça, entre as duas falas que, mesmo com acordo ou sem acordo, é problemática. A língua possui idiossincrasias que não é raro ouvir-se dizer a um brasileiro que não entende "patavina" do português falado, como a um português dizer que não entende o brasileiro falado. O acordo para a unificação da grafia, o famigerado "açordo", esquece que traduzir - neste caso do brasileiro (com acordo e sem acordo) para o português (com acordo ou sem acordo) implica perceber a construção da frase e do contexto em que se insere. Necessita compreender a "alma" da língua. É aparentemente fácil uniformizar grafias, difícil é construir com ela frases sem erros de compreensão durante o processo de tradução. Os erros sintácticos, a péssima tradução detectadas (basta observar e ler) pelo deputado, que inclui erros de sintaxe e de ortografia e também de compreensão do texto são bom exemplo desta complexidade. Muito mais quando a tradução é feita automaticamente e ninguém verifica os resultados do processo. Só agora o José. Mas ao culpar o outro José deste erro está a laborar noutro. Culpa-lo por tudo e por nada pode virar o feitiço conta o feiticeiro. Assim sai-lhe o tiro pela culatra. Prestou um bom serviço à causa do bom português, do "Magalhães", enquanto processo de difusão da ferramenta dos próximos séculos, mas presta mau serviço à luta política.
tradução automática
Publicado 07-03-2009
• Geral